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Imagem do cartaz de ‘ALL MUSIC FEST’ vai animar Melgaço

De janeiro a abril, ‘All Music Fest’ vai animar Melgaço. A iniciativa enquadra-se no programa cultural do Município de Melgaço e traz ao concelho cinco concertos, de vários géneros musicais: pop, rock e alternativa.

Os concertos tem início no dia 19 de janeiro, com Manuel Fúria, na Casa da Cultura. Os concertos acontecem sempre neste local e começam às 22h00.

PROGRAMA

Janeiro: Manuel Fúria | Dia 19

Fevereiro: Few Fingers | Dia 23

Março: Hourglass | Dia 10 :: TT Syndicate | Dia 24

Abril: Lince | Dia 13

A proposta cultural foi pensada em conjunto com a autarquia de Ponte da Barca, pelo que os concertos acontecerão também em Ponte da Barca, mas em dias diferentes. Com esta iniciativa, as duas autarquias pretendem enriquecer o programa cultural que oferecem, dinamizando ao mesmo tempo a oferta turística e promovendo a cooperação intermunicipal.

‘All Music Fest’ promete noites agradáveis para residentes e turistas.

A entrada tem um custo de dois euros.

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Imagem Desfile de carnaval noturno regressa às ruas de Caminha

Caminha está a ultimar os preparativos para que o Carnaval seja uma referência.

“A Famosa Cegada é o Carnaval em Caminha” e Baile do Assalto são algumas das atrações do Carnaval no concelho. Espera-se que o tradicional desfile noturno que sai às ruas da Vila na segunda-feira, dia 12 de fevereiro, traga a Caminha milhares de participantes e visitantes. O objetivo é fazer com que Caminha integre os roteiros turísticos dos melhores Carnavais do país. Este ano, há cinco mil euros em prémios.

Nesta edição as expectativas são elevadas. São esperados milhares de pessoas para participar e assistir ao desfile. Os interessados em fazer parte desta “famosa cegada que é o Carnaval em Caminha” podem-no fazer em grupo/comparsa (composto por um mínimo de quatro elementos) ou individualmente (um único indivíduo disfarçado, ou até ao máximo de três elementos).

Em “jogo” há cinco mil euros em prémios. As inscrições já estão a decorrer, embora possam ser efetuadas no próprio dia, na Praça Conselheiro Silva Torres, até às 21H30.

Depois do desfile, a ‘cegada’ continua pela noite fora nos bares do Rua Direita.

O concurso Desfile de Carnaval “A Famosa Cegada é o Carnaval em Caminha” é uma organização da Câmara Municipal de Caminha, União de Freguesias de Caminha (Matriz) e Vilarelho e comerciantes do concelho.

É de referir que o Carnaval em Caminha começa no dia 9 de fevereiro, com os corsos carnavalescos das escolas nas ruas de Vila Praia de Âncora e de Caminha. No dia 10, a folia continua com mais uma edição do Baile do Assalto no Valadares, Teatro Municipal, baile que marcou gerações e que continua a ser uma das atrações da programação de Carnaval.

Imagem de ‘Romarias do Minho’ foram debatidas em Ponte da Barca

Ponte da Barca acolheu o 7.º encontro das Romarias do Minho, que decorreu na Casa da Cultura.

À semelhança de reuniões anteriores, esta teve como finalidade a partilha de dúvidas, sugestões e a definição de estratégias de valorização daquelas festas como elementos diferenciadores da região, e ainda verificar o ponto de situação relativo ao inventariação que cada uma está a fazer das suas romarias, com o intuito de as integrar no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial (INPCI).

Uma eventual candidatura conjunta à Unesco está também em cima da mesa, que ajudará a preservar a genuinidade e a tipicidade das romarias minhotas.

“A Romaria Minhota é um produto único que o nosso território pode oferecer ao mundo e é precisamente no trabalhar conjunto que reside a força para a sua salvaguarda e valorização”, defendeu Augusto Marinho, Presidente da Câmara.

Presente na reunião esteve, ainda, a vereadora da Cultura, Maria José Gonçalves e Álvaro Campelo, docente e investigador de referência na área da antropologia que elucidou os presentes sobre os processos de inventariação, investigação e abordagem das festividades religiosas e populares.

Recorde-se que além da Romaria de S. Bartolomeu de Ponte da Barca integram esta iniciativa as festividades de São João de Braga, Senhora do Alívio de Vila Verde – onde decorrerá a próxima reunião de trabalho -, S. Bartolomeu do Mar de Esposende, Nossa Senhora dos Remédios de Cabeceiras de Basto, São Torcato de Guimarães, Senhora do Porto de Ave da Póvoa de Lanhoso, São Bento da Porta Aberta de Terras do Bouro, Festas Antoninas de Vila Nova de Famalicão, Feiras Novas de Ponte de Lima, Nossa Senhora da Fé de Vieira do Minho e pela primeira vez, nesta última reunião, a Romaria de São João d’Arga de Caminha.

Os encontros têm contado também com a participação da Direção Regional de Cultura do Norte.

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Imagem do cartaz Encontro solidário de reis e janeiras

O cantar das Janeiras e dos Reis é uma tradição ancestral e que a autarquia melgacense faz questão de manter, associando à iniciativa uma causa solidária.

O Encontro Solidário de Reis e Janeiras acontece desde 2015, sempre com o propósito de angariar géneros alimentares para ajudar uma instituição do concelho.

Assim, a Casa da Cultura recebe no dia 27 de janeiro o habitual Encontro Solidário de Reis e Janeiras. A iniciativa acontece pelas 21h30 e reverte para a Associação Castro Solidário.

 ‘1 alimento’ é o valor de entrada para o evento.

Imagem da Programação do Teatro do Noroeste apresentada

O Teatro do Noroeste – Centro Dramático de Viana divulgou a sua programação para o primeiro trimestre de 2018, destacando-se uma nova criação, vários acolhimentos e digressões pelo território nacional e internacional.

Para além do continuidade das iniciativas promovidas pelo Serviço Educativo e pelo Projeto Comunidade da companhia vianense, a primeira atividade do ano é o acolhimento de “O Fascismo (Aqui!) Nunca Existiu!”, da companhia Art’Imagem, da Maia. Um espetáculo com texto e encenação de José Leitão, a 24 de janeiro, pelas 21h30, no Teatro Municipal Sá de Miranda.

O mês de fevereiro começa também com um acolhimento, desta feita de uma companhia espanhola, o Teatro Guirigai (sediada em Los Santos de Maimona, Badajoz), que nos traz o espetáculo “Los Últimos Paganos”, uma comédia “cómico-burlesca” com encenação de Magda Arenal. Sobe ao palco do Teatro Municipal Sá de Miranda no dia 3 de fevereiro, pelas 21h30, integrado no Circuito Ibérico de Artes Cénicas, uma rede de intercâmbios que ligam Portugal e Espanha, e que o Teatro do Noroeste integra a partir deste ano.

A 20 de fevereiro, a companhia vianense estreia a sua 134.ª produção, “Antes de Começar”, baseada na obra homónima de Almada Negreiros, artista multidisciplinar de cujo nascimento se celebram 125 anos em 2018. A encenação é de Elisabete Pinto, com assistência de Ana Perfeito e interpretação de Adriel Filipe, Patrícia Ferreira e Tiago Fernandes, com música de Chico Pires. Direcionada a todos os públicos, estará em cena no Teatro Municipal Sá de Miranda até 24 de março, de terça a sexta-feira em sessão dupla, às 9h30 e às 11h00, para público escolar, e aos sábados também às 17h00, para público em geral.

 Em março, estreia o projeto “Portas do Tempo”, com apoio da CIM Alto Minho, em Caminha, onde ocorre a primeira apresentação, no dia 10, pelas 21h30.

 Este mês marcará também o início da internacionalização do Teatro do Noroeste em 2018, através do Circuito Ibérico de Artes Cénicas, que levará a três cidades espanholas o espetáculo “24A74 – Salgueiro Maia”, monólogo interpretado pelo ator e também diretor artístico da companhia, Ricardo Simões. A primeira apresentação será no dia 15 de Março, no Teatro La Fundición, em Sevilha, a que se segue, logo no dia seguinte, uma apresentação no Teatro Guirigai, em Los Santos de Maimona. Na semana seguinte, a 22 de março, o espetáculo viaja até ao Teatro de La Estación, em Saragoça.

Também no âmbito do Circuito Ibérico de Artes Cénicas, no dia 17 de março, o Café Concerto do Teatro Municipal Sá de Miranda recebe o espetáculo “Ñaque, ou sobre piolhos e atores”, do CENDREV – Centro Dramático de Évora, com encenação e interpretação de José Russo e Jorge Baião, a partir do famoso original de José Sanchis Sinisterra.

O Dia Mundial do Teatro, 27 de março, será assinalado com o acolhimento do espetáculo “Crise no Parque Eduardo VII”, uma produção da Comuna – Teatro de Pesquisa, companhia lisboeta que celebrou 45 anos em 2017. Este espetáculo, descrito como uma “tragédia mascarada de comédia”, tem adaptação e encenação de João Mota, a partir do texto de Herb Gardner e conta com Igor Sampaio e Carlos Paulo nos principais papéis.

Sempre constante é o funcionamento as Oficinas de Teatro regulares do  Projeto Comunidade do Teatro do Noroeste. O ATIVAsénior, dirigido por Tiago Fernandes, e o ATIVAjúnior, dirigido por Elisabete Pinto, trabalham às terças-feiras, entre as 18h30 e as 20h00. O Enquanto Navegávamos – Oficina com Ex-Trabalhadores dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo, coordenado por Ana Perfeito, trabalha no mesmo horário, mas todas as quartas-feiras.

O exercício final deste trimestre de trabalho do Projeto Comunidade, com o tema “Almada, 125 Anos, Negreiros”, será apresentado no dia 24 de março, pelas 21h30, no Teatro Municipal Sá de Miranda.

 O Serviço Educativo do Teatro do Noroeste promove a iniciativa Digestivo – Conversas pós-espetáculo, um momento de conversa entre os atores e encenadores e os públicos de cada espetáculo. O Digestivo decorrerá no final das sessões de cada um dos quatro acolhimentos marcados para este trimestre. Também a criação “Antes de Começar” terá Digestivo, marcado para a representação do dia 24 de fevereiro – o primeiro sábado de apresentação do espetáculo para público geral.

A exposição retrospetiva “Teatro do Noroeste – CDV 25 Anos”, com curadoria de Paula Anjos, que está patente no Teatro Municipal Sá de Miranda desde o passado dia 6 de dezembro de 2016, continua aberta ao público, de terça a sábado das 09h00 às 19h00, com entrada livre. É também possível a realização de visitas guiadas para grupos escolares e turísticos, sendo necessária marcação prévia.

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Imagem de Nova Etar de Freixo vai servir 3500 habitantes

A nova Etar de Freixo, que surge da recuperação de uma já existente, há mais de 20 anos, mas que se revelava insuficiente, sofreu uma intervenção que compreendeu a demolição de todas as infraestruturas existentes e a construção de uma nova ETAR, no mesmo local.

Com capacidade para servir no total 3500 habitantes, da freguesia de Ardegão, Freixo e Mato, e de várias freguesias do sul do concelho, a obra resulta num investimento municipal no valor total de 833 038,67 €, revelou o Presidente da Câmara, Victor Mendes.

O autarca identificou como principais razões para este investimento, “alargar a rede de saneamento da zona sul do concelho e edificar uma infraestrutura de qualidade que respeite as normas ambientais, para que toda a rede de saneamento existente passe a ter tratamento adequado”.

Ao nível técnico esta nova ETAR traduz-se numa estação de tratamento compacta e modular.

O esquema de tratamento desenvolvido é o que se afigura mais vantajoso, quer em termos económicos, quer em termos operacionais, tendo em consideração o quantitativo populacional a servir e o quadro normativo aplicável à descarga das águas residuais, explicou a autarquia.

O sistema de tratamento preconizado é composto por uma fase líquida e uma fase sólida.

A fase líquida tem por base um sistema de tratamento biológico por lamas ativadas de biomassa fixa, operado em regime de arejamento prolongado. O tratamento biológico será precedido de uma gradagem grossa manual seguida de um pré-tratamento, constituído pelas operações de tamisação, desarenamento e desengorduramento.

Esta fase que compreende o tratamento biológico será concretizado em quatro reatores em série; um tanque anóxico, dois reatores MBBR (“Moving-bed biofilm reactor”) e um reator intermédio que permitirão efetuar a remoção da matéria orgânica carbonácea, remoção do azoto, através do processo de nitrificação e desnitrificação.

Posteriormente o efluente será encaminhado para os decantadores secundários, que permitirão a separação da fase líquida da fase sólida.

No que se refere à fase sólida, o tratamento de lamas compreende a elevação das lamas em excesso para espessamento, a realizar num espessador gravítico de secção circular, a transferência das lamas para a desidratação por centrífuga e o armazenamento das lamas desidratadas em silo e posteriormente encaminhadas para aterro sanitário.

Todos os equipamentos técnicos já estão instalados, prevendo-se a conclusão da obra no próximo mês de março.

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Imagem de Autarcas do Alto Minho querem debater limpeza de terrenos com o Governo

No seguimento da última reunião do Conselho Intermunicipal da CIM Alto Minho, os autarcas do Alto Minho vão solicitar uma reunião urgente com o ministro da Administração Interna com o objetivo debater a  limpeza de terrenos para a defesa de pessoas e bens face aos incêndios florestais.

Segundo a CIM Alto Minho, cerca de 70% do território do Alto Minho está classificado como “espaço florestal” (cerca de 150.000 ha), dos quais cerca de 60% estão submetidos a regime florestal (cerca de 83.000 ha), ou seja, mais de metade do espaço florestal é gerido em cogestão pelo Estado, sendo o restante do domínio privado ou comunitário fora do regime florestal.

Numa análise preliminar, a CIM Alto Minho estimou, tendo por base cartografia oficial relativa à ocupação e uso do solo e ao regime florestal, que as faixas de proteção dos aglomerados populacionais que envolvem terrenos submetidos ao regime florestal (em cogestão com o Estado) representam cerca de 2.181 ha de faixas de gestão de 100 metros (conforme imagem abaixo). Neste contexto e só no que respeita às referidas faixas de proteção dos aglomerados populacionais que envolvem terrenos submetidos ao regime florestal (em cogestão com o Estado), torna-se necessário que, até final do mês de maio, o próprio Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural promova diretamente um investimento anual mínimo de gestão de combustível de 2,2 milhões euros nestas áreas da sua competência.

Esta comunidade intermunicipal explica, ainda, que em múltiplas situações, o Estado não cumpre a legislação em vigor relativa à execução das faixas de gestão de combustível em redor das casas de guardas florestais (em degradação significativa), pretendendo agora obrigar os municípios a substituírem-se aos privados com a ameaça de reter parte das verbas (20% nas transferências do FEF) das câmaras municipais caso estas não atuem em substituição desses proprietários ou gestores.

No que respeita à gestão de combustível em terreno privado ou comunitário fora do regime florestal e face à ausência do cadastro florestal e ao tipo de ocupação de minifúndio tradicional do Alto Minho, torna-se impossível estimar os hectares a intervencionar, sendo, no entanto, previsível a necessidade de um montante substancialmente mais elevado para este tipo de intervenções.

Outra das preocupações da CIM Alto Minho reside na operacionalização e financiamento das redes secundárias de faixas de gestão de combustível (termos, prazo, procedimentos de contratação e financiamento dos custos associados), onde o Estado pretende que as câmaras municipais se substituam aos proprietários e outros gestores florestais (onde, como anteriormente se salientou, se inclui o próprio Estado, muitas vezes em incumprimento).

Em síntese, tendo em consideração, por um lado, que os municípios não são proprietários, nem gestores florestais (não tendo atualmente qualquer competência neste domínio) e que, por outro, a gestão florestal deve incluir ações de prevenção estrutural, a CIM e os municípios do Alto Minho entendem que é de todo inaceitável que o Estado venha agora através de um diploma legal procurar impor aos municípios aquilo que não operacionalizou em quatro décadas.

Um casal de idosos, de aproximadamente 80 anos, morreu, no passado sábado, em Barroselas, Viana do Castelo.

Ao que tudo indica, poderá ter-se tratado de um homicídio e, seguidamente, suicídio sendo que o homem terá abatido a esposa primeiro e ter-se-á suicidado, depois.

GNR de Viana do Castelo indicou que a investigação está agora entregue à Polícia Judiciária de Braga. A investigação está agora entregue à Polícia Judiciária de Braga. O alerta foi dado às 19h00 e ao local, para além do destacamento da GNR, foi o INEM e a Polícia Judiciária.

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ARCOS DE VALDEVEZ

Arcos promove Ciclos Gastronómicos ao longo do ano

A Câmara Municipal tem vindo a realizar há já alguns anos a iniciativa Arcos à Mesa, através da qual tem dado grande destaque à gastronomia, bem como à oferta turística existente no concelho.

Estes “Ciclos Gastronómicos” decorrem ao longo do ano e são uma mostra da excelente gastronomia e qualidade dos restaurantes. As especialidades típicas que promovem são: carne cachena com arroz de feijão tarrestre, o cabritinho mamão da serra, o bacalhau à lavrador, o cozido à minhota, o arroz pica no chão, entre outros petiscos caraterísticos.

Arcos de Valdevez é um assombro de paladares e tudo se reúne para uma experiencia gastronómica inigualável, regada com um bom e único vinho verde da casta vinhão.

Para sobremesa não pode faltar o delicioso Bolo de Discos, os fantásticos “Charutos dos Arcos” com laranja de Ermelo, e, claro os “Rebuçados dos Arcos”, verdadeiro ex-libris doce do concelho.

Estas iniciativas contribuem para a salvaguarda de uma valiosa herança cultural e gastronómica, deixada pelos nossos antepassados, como também são uma excelente forma de dinamizar o turismo, a restauração e o comércio no Concelho.

Cada iniciativa do Arcos à Mesa conta com um programa de animação que engloba a realização de uma “Feira de Artesanato e Mercado de Sabores”, a realização de trilhos, visitas guiadas à Porta do Mezio e ao Paço de Giela, bem como programas de animação musical.

Através destas iniciativas pretende-se dar a conhecer melhor o concelho, o qual é possuidor de enormes atrativos turísticos, desde logo porque faz parte do Parque Nacional Peneda-Gerês, Reserva Mundial da Biosfera. É nele que está Sistelo, uma das 7 Maravilhas Aldeias e cuja paisagem foi recentemente classificada como monumento nacional, a primeira do país a obter este reconhecimento; o Soajo, com a sua Eira comunitária dos espigueiros, classificada como Imóvel de Interesse Público; o Paço de Giela,  considerado um dos mais importantes Monumentos Nacionais, assim classificado em 1910; uma ecovia de grande beleza, entre outros locais dignos de visitação.

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MONÇÃO

Imagem de "Lampreia do rio Minho é prato de excelência"

Promovida pela ADRIMINHO e os seis municípios do Vale do Minho (Melgaço, Monção, Valença, Paredes de Coura, Vila Nova de Cerveira e Caminha), a iniciativa “Lampreia do Rio Minho – Um Prato de Excelência” tem início no dia 15 de janeiro, prolongando-se até 15 de abril.

Participam vários restaurantes da região que, ao longo destes três meses, prometem apresentar, com tradição, requinte e inovação, a afamada e saborosa Lampreia do Rio Minho aos visitantes e apaixonados pela boa gastronomia.

O Município de Monção participa nesta iniciativa gastronómica, que entra na sua nona edição, com a presença de 19 restaurantes localizados no centro histórico da localidade e em várias freguesias do concelho, bem como com um programa complementar apelativo e atrativo para diferentes públicos.

Para o autarca monçanense, António Barbosa, a iniciativa “Lampreia do Rio Minho – Um Prato de Excelência” constitui um valioso cartão-de-visita da região num período de época baixa, contribuindo para a dinamização hoteleira e a valorização das nossas paisagens e monumentos.

Nestes três meses, quem visitar o concelho de Monção poderá deliciar-se com arroz de lampreia ou à bordalesa mas também com opções mais contemporâneas: sushi, escabeche ou empanada. Para acompanhar, uma garrafa de Alvarinho, um dos melhores vinhos brancos do mundo com selo de garantia da Sub-Região de Monção e Melgaço.

Neste período, o Município de Monção disponibiliza um programa complementar que engloba visitas a locais de interesse cultural, percursos por lugares naturais e patrimoniais e atividades de desporto e lazer. O ponto alto acontece no dia 25 de fevereiro, domingo, com a realização do XLI Rali à Lampreia.