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Estão a decorrer na Expolima, em Ponte de Lima os II Jogos Equestres, evento dedicado ao desporto equestre, a nível nacional, promovendo um conjunto de provas das mais diversas disciplinas, desde os Concursos de Saltos, à Equitação à Portuguesa, Equitação de Trabalho, Torneio Ibérico de Horseball, Derby de Atrelagem, Dressage, Cavalhadas e Demonstração de Corridas de Garranos.

Os resultados das provas equestres já estão disponíveis e podem ser consultados através do seguinte link: https://online.equipe.com/pt/competitions/24867

O Município de Ponte de Lima alavanca esta lógica, que procura transformar e fazer evoluir paradigmas, associando-lhe o potencial e experiência técnica e logística adquirida ao longo dos anos na organização de vários eventos equestres de pendor internacional.

Sob a dinâmica do projeto “Ponte de Lima, Destino Equestre Internacional”, o papel do desporto equestre de alta competição é irrefutavelmente manifesto, enquanto motivador de uma série de dinâmicas que se alargam do campo social ao cultural, e deste último, ao económico.

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 A oferta hoteleira de Valença está nas 44 unidades de alojamento. Face a 2017 verifica-se um aumento de 18%, fruto sobretudo das novas unidades de alojamento local.

A dinâmica crescente dos Caminhos de Santiago, o turismo patrimonial e comercial focado na Fortaleza, o de natureza na Ecopista do Rio Minho e o gastronómico, numa restauração emblemática atrai cada vez mais turistas.

Unidades Por Todo o Concelho

As unidades de alojamento distribuem-se por todo o concelho, com mais significado na cidade e nas freguesias atravessadas pelo Caminho de Santiago (Central e da Costa). Pelo concelho encontramos 14 unidades em Valença, 6 em Cerdal, 5 em São Pedro da Torre, 4 em Fontoura, 3 em Gondomil, 2 na Silva, 2 em São Julião, 2 em Arão, 2 em Ganfei, 1 em Gandra, 1 em Taião, 1 em Friestas e 1 em Cristelo Côvo.

A estas unidades vão-se juntar umas quantas mais em fase final de obras e já com os processos de obtenção do registo iniciados.

Registo Obrigatório dos Alojamentos Locais

As unidades de Alojamento Local, para poderem operar, tem obrigatoriamente de ter um número de registo. O registo deverá ser formalizado nos Serviços Técnicos de Obras, do Município de Valença, na Rua Mouzinho de Albuquerque, ou através do e-mail: sop@cm-valenca.pt ou telefone 251 809 513

Mais de 2 Milhões na Fortaleza

A Fortaleza de Valença é um dos monumentos mais visitados de Portugal, ultrapassando, por ano, a cifra de 2 milhões de turistas. O património edificado e o emblemático comércio tradicional são um chamariz.

Ecopista 3ª Melhor Via Verde da Europa

A Ecopista do Rio Minho, classificada como a 3ª melhor via verde, é uma das grandes referências do turismo verde na Península Ibérica, atravessando toda a margem ribeirinha de Valença. O número de utentes, sobretudo ao fim de semana, feriados e férias tem disparado.

Mais 35% de Peregrinos para Santiago

Os Caminhos de Santiago vivem um aumento exponencial, em Valença. O número de peregrinos em 2018, face aos mesmos períodos de 2017, regista já um aumento de 35%. Peregrinos das mais diversas proveniências que pernoitam em Valença e dinamizam a hotelaria, a restauração e o comércio.

Turismo Gastronómico – 84 Unidades

Valença é um destino para comer bem, sendo sobretudo, os pratos de bacalhau a grande referência. No concelho são já 84 as unidades de restauração a apresentar uma palete gastronómica rica e muito diversificada.

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Neste período de maior afluência de pessoas, com consequente aumento do consumo, a Câmara Municipal de Monção, com o apoio da Valorminho, procede à colocação de novos ecopontos na sede do concelho e em diversas freguesias.

Os ecopontos destinam-se à recolha de vidro, papel e embalagens, encontrando-se situados nas proximidades de locais de grande produção de resíduos sólidos urbanos, nomeadamente cafés e restaurantes. Ao todo, estão a ser colocados 30 ecopontos para vidro, 11 para papel e 11 para embalagens.

Além de contribuir para uma recolha mais alargada e efectiva dos resíduos produzidos por cada família e estabelecimentos de restauração, este reforço de unidades de recolha tem subjacente uma mensagem de consciencialização ambiental junto da população monçanense.

Envolve o estabelecimento de um compromisso entre todos para a limpeza do nosso concelho, o qual implica a concretização de vários passos. Estes deverão ser seguidos por todos que utilizam os ecopontos e os demais suportes de recolha de resíduos como, por exemplo, contentores ou equipamentos subterrâneos.

Assim, solicita-se o acondicionamento do lixo doméstico em sacos de plástico bem fechados; depósito no interior dos contentores ou equipamentos subterrâneos; Fecho das tampas após a sua utilização; e sempre que os recipientes estiveram cheios, procurar um próximo que não esteja.

Paredes de Coura pulula de gente de todas as paragens. É o festival de música nas margens do Taboão que, desde ontem à noite e até à madrugada de domingo, anima esta vila minhota. Já vai na 26ª edição, sempre a tentar renovar-se. Este ano, sobretudo, com apostas nas áreas da restauração e descanso, bem como no campismo.

A organização estima, nestas quatro dias, cerca de 100 mil festivaleiros, números idênticos aos da edição das ‘bodas de prata’, no ano passado, e que constituíram já números recordes.

Estivemos lá este fim de tarde. Os jovens – a média etária do festivaleiro é de 23 anos – conviviam e descansavam neste local idílico. Há livros digitais para descarregar no smartphone, mas também havia quem dedilhasse umas músicas na viola ou até disputasse uma animada partida de cartas, segundo o modelo tradicional. Muitas deliciavam-se no rio Taboão, aproveitando o prazer que as águas e as sombras proporcionam.

Ontem, a noite animou-se com Linda Martini, Conan Osiris, The Blaze, Marlon Williams, King Gizzard & Lizard Wizard e muita emoção.

Hoje detacam-se os britânicos Shame, cinco rapazes do sul de Londres que aprenderam bem as lições do rock e do pós-punk; a música da corena Zauner a solo, editada com o nome Japanese Breakfast; a leiriense Débora Umbelino, que na música responde pelo nome de Surma; a folk íntima dos Fleet Foxes (merece uma peregrinação), e os britânicos Jungle

De resto, o festival prossegue até sábado com dezenas de artistas que vão do coletivo russo Pussy Riot ao britânico Skepta, passando pelos regressos de Arcade Fire, Slowdive, … And You Will Know Us By The Trail of The Dead, entre muitos outros.

Como habitualmente, decorrem também  actividades paralelas, como Vozes de Escrita, que na esta quinta-feira deveria António Zambujo, Manuela Azevedo e Sara Carinhas, amanhã é a vez do escritor angolano José Eduardo Agualusa e o também angolano Kalaf Epalanga, músico dos Buraka Som Sistema e cronista, que em 2017 se estreou na literatura.

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Ontem à tarde, em Vila Praia de Âncora, a maré subiu, de forma inesperada e atingiu alguns carros estacionados, nomeadamente, na zona próxima do Forte da Lagarteira.

Na tentativa de minimizar danos, segundo nos refiram, alguns populares que não encontravam os donos das viaturas terão tentado arrastar as mesmas, evitando que fossem atingidas pelas águas.

Não se terão, porém, verificado situações graves de estragos.

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Merece, na edição impressa deste mês da VALE MAIS,  especial destaque a ecopista do rio Minho que liga Monção/Valença/Cerveira e da qual faltam apenas 940 metros para também estar conectada  com Caminha.

Na oportunidade não foi possível recolher, a tempo de fecho da edição, as declarações de João Oliveira, vice-presidente e vereador da Cultura na Câmara Municipal de Monção. Temos agora as mesmas, focadas no troço da antiga linha férrea entre Monção e Valença, com cerca de 17 quilómetros e que deu lugar ao da ecopista

É possível saber elementos sobre a utilização média da ecopista, períodos horários e dias de maior afluência e perfil dos utilizadores mais comuns?
Não é possível, dado que a ecopista é um equipamento de utilização livre, com várias entradas ao longo de percurso em que não é obrigatório nenhum tipo de registo.

Essa utilização tem sido crescente, estável, decrescente?
Desde que se alargou o percurso até à Lodeira vê-se um fluxo maior de espanhóis.

 O seu município tem articulado algum programa ou package no sentido de potenciar o turismo local e a sua utilização?
O município disponibiliza informação no seu posto de turismo relativa à ecopista. Os operadores turísticos inserem este percurso nos seus pacotes.

PROLONGAMENTO DAS CALDAS AO POSTA AQUÍCOLA

 Tem previsto, para os próximos tempos, alguma intervenção/beneficiação na mesma?
A ecopista terá ainda este ano um prolongamento, desde o parque das Caldas até ao posto aquícola. Foi igualmente candidatada a ligação entre a Lodeira e o parque das Caldas. O objectivo é no futuro a ecopista chegar a Melgaço.

Estivemos na ecopista num sábado e um fim de tarde da semana, dizem-nos alturas de maior utilização. Encontramos o centro de interpretação de Valença (Ponte Seca) fechado, o de Monção (Srº da Cabeça) nem existe, apenas próximo uns sanitários abertos junto a um bar de apoio fechado. Porquê? Não seria melhor rever esta situação no sentido da sua abertura ser dirigida, essencialmente, para os períodos de maior afluência?
Estamos em fase de avaliação do funcionamento de vários equipamentos. Já alargamos o horário de funcionamento do Cine Teatro . Está previsto  o alargamento do horário de funcionamento da Torre de Lapela. O centro de Monção que indica está também a ser alvo de estudo. 

Quais os pontos de maior interesse que apontaria ao longo da ecopista no seu concelho e que podem ser apelativos, especialmente, para os utilizadores-turistas?
Torre de Lapela, pesqueiras do Rio Minho, Parque da Lodeira, Apeadeiro da Sr.ª da Cabeça.

Utilizadores com quem falamos falam, sempre, como aquilo que seria uma mais valia para a ecopista, a sua extensão até à zona das Caldas. A autarquia tem pensado algo nesse sentido? Apresentamos uma candidatura nesse sentido e aguardamos a sua aprovação para avançarmos com o projecto.

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A Festa do Rio, este domingo, dia 12, às 23h, com os seus fantásticos barcos alegóricos e temáticos, é um original e único espetáculo, pleno de cores, luzes e som, produzido pelo Município arcuense, encerrando mais uma vez as festividades em honra de Nossa Senhora da Lapa. Realizada há já mais de30 anos, atrai milhares de pessoas às margens do Rio Vez e é já uma referência no cartaz das festas.

Tal como nos anos transatos, os barcos apresentar-se-ão com extrema beleza, dada a qualidade das esculturas elaboradas e da presença dos figurantes trajados a rigor, proporcionando aos espetadores um cenário único à beira Rio.

Neste desfile único, encontrar-se-ão obras escultóricas, realizadas pelo artista arcuense Zé Mokuna, enquadradas, este ano, no tema “Portugal na Eurovisão”, representando cada barco 7 das 50 participações de Portugal no Festival Eurovisão da Canção, nomeadamente “Desfolhada Portuguesa”, de Simone de Oliveira, “E depois do Adeus”, de Paulo de Carvalho, “Esta Balada que te dou”, de Armando Gama, “O conquistador”, dos Da Vinci, “Lusitana Paixão” de Dulce Pontes, “Chamar a Música, de Sara Tavares e “O Jardim”, de Cláudia Pascoal, que ao vivo dará voz, juntamente com seis cantores e cinco músicos de Arcos de Valdevez, a cada um desses temas.

Os barcos serão ilustrados por um monumento representativo da cidade europeia onde se realizaram as finais do Festival, nomeadamente Madrid (Espanha), Brighton (Inglaterra), Munique (Alemanha), Lausanne (Suíça), Roma (Itália), Dublin (irlanda) e Lisboa.

No final será feito um apontamento pirotécnico e sonoro de homenagem à participação portuguesa no Festival de 2017, que deu a vitória a Salvador Sobral.

Uma “marca de resistência artística e espaço de diálogo internacional”. Foi assim que Tiago Brandão Rodrigues, o alto-minhoto que é ministro da Educação, definiu a Bienal Internacional de Arte de Cerveira que, ontem à tarde, foi inaugurada. O evento assinalou 40 anos com a sua 20 edição. Depois de algumas dúvidas, esta coincidência implicou que, pela primeira vez, a bienal se realize por dois anos seguidos.

Foram milhares de pessoas que quiseram visitar, logo no primeiro dia, o evento que decorre até 23 de setembro. Entre os presentes, muitas figuras do meio artístico e cultural, mas também do âmbito político, como deputados e autarcas do distrito e da Galiza.

 A inauguração registou momentos musicais com o maestro e compositor Rui Massena e o violonista Jean-Philippe Passos. Constou da homenagem ao artista Cruzeiro Seixas, mestre do surrealismo que, em dezembro próximo, completa 98 anos de idade, e do qual estão expostas cerca  de 120 obras. Na oportunidade, este reclamou um espaço mais destacado para a cultura, “igual” ao que é “dado à bola”.

São mais de 600 obras que estão expostas, entre, designadamente, o Fórum Cultural e o Castelo de Cerveira, da autoria de quatro centenas de artistas oriundos de três dezenas de países. Representadas, também, 21 instituições de ensino superior de países como o Perú, Rússia, Colômbia e Espanha.

A inauguração serviu, ainda, para revelar os contemplados pelo Júri de Premiação da Bienal (no âmbito dos Prémios Aquisição): coletivo Resistência (Perú), Erica Malzoni (Brasil), Jaime Reis (Brasil) João Leal (Portugal), José Cabrera (Venezuela), Laura Maganeti (Portugal), Letícia Garcia (Espanha), Martinho Costa (Porto) e Verónica Vicente (Espanha).

Nos discursos, foi recordada muito da história da Bienal, desde 1978, então com Jaime Isidoro, a diretor, e Lemos Costa, como presidente de Câmara. “Foi a conquista da utopia e uma viagem à ousadia”, considerou, na ocasião, o atual edil cerveirense, Fernando Nogueira.

Cabral Pinto, atual diretor da Bienal, recordou o 5 de agosto de 1978, quando foi inaugurada a 1ª edição, sublinhando que o evento tem resistido e acompanhando os tempos, ao contrário de outros congéneres. É a mais antiga em toda a Península Ibérica. Destacou alguns pontos da programação, como o concurso internacional, a presença de universidades e politécnicos, a homenagem a Cruzeiro Seixas, os ateliês, debates e workshops, as visitas guiadas, a aposta no diálogo e os apoios registados para a sua prossecução, deixando uma palavra especial a Acácio Carvalho.

Momento emocionante foi o das palavras de Cruzeiro Seixas, acima referido. Apesar da idade avançada, frisou, emocionado, que ainda “há sonhos por realizar”.

Henrique Silva, presidente do Conselho de Fundadores da Fundação Bienal de Arte de Cerveira, foi breve, mas não deixou de referir o apoio que a autarquia local tem dado ao evento – e nesse sentido, o empenho dos vários chefes da edilidade, incluindo o atual. Referiu-se a José Manuel Carpinteira, ex-presidente da Câmara, como aquele que a “repescou” quando se encontrava “moribunda”.

O ministro Tiago Brandão Rodrigues falou a importância e qualidade da Bienal, de que os 40 anos de vida são sinal, e o “poderoso legado que rasga horizontes num sítio improvável”. Falou de “rotura, resistência e resiliência”, bem como de um “património que é de todos”, de uma iniciativa que se destina a todas as idades e do facto de, na visita que efetuou na edição do ano passado, ter ficado especialmente sensibilizado com os ateliês livres para crianças. Destacou o exemplo de Cruzeiro Seixas, o apoio que merece a Bienal e o que considerou ser a vontade do “Alto Minho e Cerveira querem ir sempre mais além”.

Fórum Cultural (Bienal)

Fórum Cultural (Bienal)

 

 

Primeiros visitantes após a inauguração

Primeiros visitantes após a inauguração

 

Rui Massena ao piano

Rui Massena ao piano

 

O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, vai presidir a inauguração da XX Bienal Internacional de Arte de Cerveira, que decorre esta sexta-feira, 10 de agosto, no Fórum Cultural de Cerveira. Por motivos de organização interna a cerimónia será antecipada para as 15h30.

 Assinalando os seus 40 anos, a 20.ª edição da bienal de arte mais antiga do país presta a sua homenagem a um dos máximos expoentes do surrealismo português, o mestre Cruzeiro Seixas, que também marcará presença na abertura do evento. Voltando-se a realizar em anos pares, a XX Bienal Internacional de Arte de Cerveira está de regresso e volta a marcar o calendário nacional de eventos de 10 de agosto a 23 de setembro, sob o tema “Artes Plásticas Tradicionais e Artes Digitais – O Discurso da (Des)ordem”.

“O momento é, claramente, de celebração de um êxito conquistado e consolidado ao longo de décadas. Estão todos convidados a participar na inauguração desta edição simbólica, que vai apresentar mais de 600 obras de 400 artistas de mais de 30 países”, refere o Presidente da Fundação Bienal de Arte de Cerveira, Fernando Nogueira.

Cruzeiro Seixas, um dos máximos expoentes do surrealismo português, é o artista homenageado e será apresentada uma retrospetiva da sua obra plástica e poética. Através das 120 peças em exposição, provenientes de coleções públicas e privadas, será proposta ao público uma nova reflexão sobre o movimento artístico.

Mantendo-se estruturado segundo o modelo que a caraterizou ao longo de um percurso iniciado em 1978, o evento integra ainda projetos curatoriais, artistas convidados, representações de 21 instituições de ensino superior nacionais e estrangeiras, performances, residências artísticas, workshops, ateliers infantis, conferências e debates, visitas guiadas e espetáculos.

O ato inaugural será apresentado pela atriz Mariana Monteiro e contará, entre outros momentos, com a atuação do maestro e compositor português, Rui Massena e a performance do artista coreano Shin Yong Gu.

Nas últimas décadas a Bienal Internacional de Arte de Cerveira tem-se afirmado como um dos acontecimentos mais marcantes das artes plásticas no nosso país, sendo um evento de referência para a cultura artística nacional e internacional. De recordar que é a bienal de arte mais antiga do país e da Península Ibérica em termos de atividade.

Horário: segunda a sexta-feira: 14h30-22h30; sábados, domingos e feriados: 10h30-22h30

Bilheteira: Preço do bilhete normal 3€. Desconto de 50% com cartão jovem, de estudante e seniores com mais de 65 anos e pessoas

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Pelo terceiro ano consecutivo, realiza-se este fim de semanam dias 10, 11 e 12 de agosto, em Ponte do Mouro, Barbeita/Ceivães, a Recriação Histórica do Encontro entre D. João l e o Duque de Lencastre, em 1386. Denominada “Ponte do Mouro Medieval”, a iniciativa, organizada pela Associação “Buraca da Moura”, com apoio do Município de Monção, consta de um conjunto de atividades alusivas à época medieval.

 Em Ponte do Mouro, estabeleceram-se as condições de cooperação militar entre os dois países, acertando-se os pormenores do casamento entre o Rei D. João I e Dona Filipa de Lencastre, filha do Duque. Os visitantes poderão apreciar e viver todo o contexto histórico da época, participando nas animações/recriações e degustando sabores medievais.

 Nestes três dias, Ponte do Mouro, lugar das freguesias de Barbeita e Ceivães, recebe várias recriações medievais alusivas àquele período histórico: música e danças da época, torneios, animadores de rua, espetáculos de fogo, falcoaria, cânticos à capela, demonstrações de ofícios e mercado medieval.

 Do programa, diverso, apelativo e fiel à época, destaca-se, no domingo à tarde, o encontro do Rei D. João I com o Duque de Lencastre, onde definiram a parceria militar e os pormenores do casamento. Referência ainda para a novidade deste ano: realização de dois banquetes medievais.

 Um na sexta-feira e outro no sábado. Preço por pessoa é 30,00 €. Pack familiar (casal com 1 filho, menor de 16 anos) é 80,00 €. Pack familiar (casal com 2 filhos, menores de 16 anos) é 100,00 €. Valores englobam empréstimo de trajes à época. A presença deve ser confirmada, até ao dia 6 de agosto, para pontedomouromedieval@gmail.com, apresentando o comprovativo de pagamento.

 A abertura oficial realiza-se no dia 10 de agosto, sexta-feira, pelas 17h00, contando com a presença do Doutor António de Matos Reis, académico especialista da época medieval. Além da recriação de um momento relevante para Monção e para Portugal, este “regresso ao passado” é uma verdadeira lição de história.