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A 4ª edição do Verdoejo Art Rock acontece entre os dias 27 e 29 de julho, no parque de merendas de Verdoejo, em Valença.
O festival começa, sexta-feira, dia 27 de julho com a abertura da exposição de Land Art, realizada em parceria com a Bienal de Vila Nova de Cerveira. O primeiro concerto tem início às 21h00.
No sábado, 28 de julho, vão existir várias atividades para os festivaleiros e todos aqueles que se queiram juntar ao Verdoejo Art Rock. A partir das 10h00 terá lugar um trilho pela aldeia de Verdoejo para mostrar as gravuras rupestres. A partir das 21h00 mais concertos e desta vez com a atuação dos cabeças de cartaz, Peste & Sida.
No domingo, último dia de festival, começamos com uma mega-aula de Zumba invadirá o palco do festival. Às 14h00, ninguém pode faltar à já tradicional XI Descida do Rio Minho em Boia que junta amigos e família para uma tarde cheia de animação. A partir das 18h00 têm início os últimos concertos desta 4ª edição, que serve de encontro para juntar dois países vizinhos.
Este ano, a organização, além de querer apresentar a quem passa pelo festival uma oferta musical renovada e uma série de atividades que pretendem envolver a comunidade de Valença com quem passa pelo festival, aposta também numa causa solidária.
“Este ano mudamos a imagem do cartaz, apresentamos um novo logótipo, verde, em homenagem à floresta ardida em Verdoejo. Será um evento espetacular de artistas e um palco para grandes causas. Por cada bilhete vendido, a organização irá reverter um euro para reflorestar a área ardida de Verdoejo.” – refere fonte da Organização.
Os bilhetes estão à venda nas bilheteiras online e em estabelecimentos aderentes que podem ser consultados na página oficial do Facebook do festival. O preço dos bilhetes varia entre os 8 euros – bilhete diário – e 15 euros – bilhete geral.
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Ao longo dos dois anos, no âmbito do Projeto Gnómon – Escolas da Biosfera,  todos os alunos dos cinco municípios do PNPG, do segundo ciclo ao secundário (cerca de 4000 alunos), participaram em várias atividades, nomeadamente aulas em sala de aula e atividades em espaço natural incentivando-os  à criação de elementos multidisciplinares de reflexão e criatividade com a produção de trabalhos para incorporar os diversos materiais do projeto, nomeadamente um livro de banda desenhada, um caderno de campo, um jogo de cartas, um livro digital interativo, um livro científico e uma exposição itinerante.

No passado dia 14 de junho foram entregues alguns destes materiais aos alunos das três escolas do agrupamento de escolas de Arcos de Valdevez.

No âmbito do projeto foi realizado um concurso de banda desenhada, para selecionar os melhores trabalhos para integrarem o livro de banda desenhada do Gnómon. Este concurso foi realizado a nível dos cinco municípios, tendo saído vencedora uma aluna do agrupamento de escolas de Arcos de Valdevez.

Neste dia, na Casa das Artes, com a presença da Vereadora da Educação, Emília Cerdeira, do diretor do Agrupamento de Escolas, Carlos Costa, de uma representante da ADERE-PG, Rita Ferreira, e de uma representante da ARDAL, Otília Xavier, foram entregues os materiais do projeto Gnómon aos alunos e o prémio à aluna vencedora, Suzana Rodrigues, que recebeu um iphone.

O PROJETO GNÓMON – Escolas na Biosfera, foi um projeto financiado pelo programa POSEUR, com início em fevereiro de 2016 e com a duração de dois anos. A entidade promotora do projeto foi a ADERE-PG, em parceria com as cinco Câmaras Municipais do Parque Nacional da Peneda Gerês e a ARDAL.

O projeto pretendeu promover, na comunidade escolar, a preservação do património natural local, com especial enfoque no conhecimento e proteção de espécies com estatuto de ameaça, através de metodologias pedagógicas e interpretativas participativas e de contacto direto com o espaço, combinando conhecimento das ciências naturais com a antropologia. O objetivo a longo prazo é criar nestes jovens a responsabilidade e empatia perante o ambiente que os rodeia, tornando-os embaixadores dos valores patrimoniais da sua região.

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Os entusiastas pela arte da dança aguardam o último fim-de-semana de junho para demonstrar as suas performances, no reconhecido palco da ‘Vila das Artes’. Entre 28 de junho, quinta-feira, e 1 de julho, domingo, Vila Nova de Cerveira recebe o XIV DANCERVEIRA – Festival Internacional de Dança que, além dos espetáculos ao vivo e workshops, este ano apresenta como novidade a ‘Dança com a Espuma’.

Com organização da Adeixa – Associação de Dança do Eixo Ibero Atlântico, e apoio da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, este evento promete boa disposição, movimento, experiência e intercâmbio entre os cerca de mil bailarinos do Norte de Portugal e Galiza, além da participação de duas escolas brasileiras.

Durante quatro dias, o DANCERVEIRA propõe várias performances livres nos Jogos de Água do Parque de Lazer do Castelinho; e no Auditório Municipal, onde também decorrem os espetáculos de dança noturnos abertos ao público (dia 28 às 21h00, no 29 às 20h00 e nos dias 30 de junho e 1 de julho inicia às 19h30).

Não obstante, o evento assume ainda uma grande componente formativa de vários estilos de dança, com a presença de reconhecidos professores, como Isabel Arance (Modern Jazz), Alba Cotelo & Estefí Gómez (Dança Experimental), Renata Guanabara (Hip Hop Brasil), Ana Lúcia Costa (Ballet Clássico), Chris Faria (Hip Hop Kids) e Marcelo Andrade (Lyrical Jazz). Os workshops decorrem todos os dias, entre as 09h00 e as 15h00, no Salão Multiusos do Cineteatro de Cerveira.

Criando oportunidades lúdicas para as crianças e jovens participantes, de forma a que esta festa da dança prime também pelo convívio, o DANCERVEIRA deste ano apresenta, além do Dance Party de sexta-feira à noite (dia 29), o ‘Dança com a Espuma’, um novo espetáculo agendado para o dia 30 de junho, entre as 16h00 e as 18h00, na Praça Alto Minho.

Conheça toda a programação em www.adeixa.com

O I Fórum do rio Minho Transfronteiriço decorreu na Escola Superior de Ciências Empresariais, em Valença, teve uma enorme adesão de representantes de áreas tão diversas como Governo, Turismo, Mobilidade, Educação e a Integração Social. Mais de uma centena de agentes sociais debateram as bases da “Estratégia 2030”, que potenciará a cooperação transfronteiriça de ambas as margens do rio Minho para a próxima década.

Ao longo da jornada de trabalho, os participantes manifestaram o compromisso para continuar a trabalhar na elaboração da “Estratégia 2030”, um plano inserido dentro do projeto de cooperação transfronteiriça Smart Minho, e cujos resultados serão apresentados num II Fórum Transfronteiriço agendado para os finais de 2018. A realização de um estudo e diagnóstico do território do rio Minho como um espaço comum despertou um grande entusiasmo partilhado entre autoridades governamentais e não governamentais presentes.

Úxio Benítez, diretor do AECT Rio Minho, destacou a necessidade dos fundos europeus chegarem aos territórios estritamente fronteiriços, recordando que “as regiões transfronteiriças são as menos desenvolvidas socioeconomicamente já que, durante muitos anos, existiram verdadeiros obstáculos para crescer de mãos dadas com os nossos vizinhos e vizinhas da outra margem do rio, visto que as fronteiras não o permitiam. Precisamente para reverter esses desiquilibrios nasceram os fundos Interreg que procuram compensar”.

O I Fórum do Rio Minho Transfronteiriço enquadra-se nas ações de Estratégia de Cooperação Inteligente Transfronteiriça do projeto Smart Minho, que conta com um investimento de 942.022,47 euros, cofinanciado pelo programa INTERREG VA POCTEP, fundos FEDER da União Europeia.

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Catarina Oliveira, uma jovem de 15 anos, natural de Caminha, lançou no passado dia 26 de maio o seu primeiro livro.

Trata-se da primeira obra de uma saga uma obra de literatura juvenil, género fantástico e contém de 460 páginas.

A apresentação decorreu no Hotel Portas do Sol e contou com ‘com a participação da editora Cordel D’ Prata, responsável pela edição do livro.

Na sinopse do livro é possível ler:

‘Catarina é uma rapariga normal, curiosa e entusiasmada com o início do ano numa escola nova. O ano tinha tudo para ser igual aos outros. Até ao dia em que Catarina encontra a pulseira de safira.

O seu destino entrelaça-se assustadoramente com o destino do mundo. As descobertas tornam-se cada vez mais interessantes: Catarina é descendente de Alice, uma das mais poderosas heroínas de todos os tempos.

Mas com o seu novo poder, veio também um inimigo temível e quando sua irmã mais nova é raptada, Catarina e os seus novos amigos atravessam a Europa na tentativa de a alcançarem…

Não percas os combates, alianças e traições que esta nova heroína tem de combater’.

Ponte da Barca volta a receber, um ano mais, a festival de música folk de matriz celta, mas este ano com varias novidades.O evento, que se irá realizar nos dias 27 e 28 de julho, vai decorrer, desta vez, no Choupal, um local emblemático da vila barquense. A entrada no festival passa a ser gratuita, de forma a criar um maior envolvimento das famílias com os espetáculos. Espera-se, assim, que a adesão seja muito maior num espaço de referência ambiental.

O festival regressa, assim, ao seu espaço de origem, nas margens do rio Lima, num cenário idílico que empresta ao festival uma magia muito particular.

Augusto Marinho, Presidente da Câmara, referiu que o festival necessita de “uma nova dinâmica, deslocalizando-o para uma paisagem singular, para a sala de visitas de Ponte da Barca, e tornando-o acessível a um público mais vasto”. Também o horário desta XI edição sofre alterações com o arranque dos espetáculos às 18h30.

Em simultâneo com os concertos decorre a habitual Feira Alternativa que vai contar com cerca de quarenta expositores e inclui uma área de restauração, permitindo aos visitantes jantar e/ou petiscar, bem como o comércio de cerveja artesanal, licores, vinho, queijo, enchidos, sabonetes artesanais entre outros produtos manufaturados.

Programa

No primeiro dia o palco fica entregue aos portugueses Torcido, projeto que nasce da junção de timbres e melodias que André Nunes há muito tinha na “gaveta”. Passou à prática e deixou-as em formato físico no EP “Cabaça” lançado em 2017. A musicalidade e as impressões provocadas pela banda vão, seguramente, trazer um excelente espetáculo. Logo de seguida os The Town Bar,  banda de Folk/Rock  que ao longo da sua existência tem somado reconhecimento dentro e fora de portas. Os seus temas, alguns abertamente mais efusivos e energéticos, vão oferecer uma sonoridade reconfortante. Depois é a vez dos os incontornáveis Gaiteiros de Lisboa que no seu registo habitual sabem fazer a festa, seguidos da francesa Mogane Ji, dona de uma voz única, profunda e sensual, animal e guerreira que aborda os temas de uma forma pouco convencional. A noite fecha ao som dos TT Syndicate, Sete Rapazes de Fato que de facto são uma banda que reflete, como poucas neste momento, a busca de uma comunidade das referências no passado.

O segundo dia do festival começa cedo com os  Palankalama, um quarteto dedicado à música instrumental, oriundo da cidade do Porto. As suas composições baseiam-se na música tradicional/folk de diversas regiões e imaginários. A partir das 21h sobem ao palco As Sopa de Pedra, grupo vocal feminino dedicado ao canto a capella de canções de raiz tradicional, trazendo um revivalismo da música tradicional portuguesa com o preciosismo que tanto lhe é merecido. Segue-se o espanhol Davide Salvado, uma das vozes mais carismáticas da Galiza. Autodidata, apresenta Lobos, um álbum que é uma metáfora à imagem duma Galiza pura e selvagem e é também um agradecimento a todas as mulheres fortes e anónimas que o ensinaram a ser o que é.

Chega a vez de ouvir os Dead Combo, uma das mais importantes bandas do novo panorama musical português. O seu novo disco Odeon Hotel é a síntese perfeita da portugalidade e universalidade existentes na sua música.

O festival encerra com  Forró Mior. Destacados pelo jornal francês Le Monde como “uma das mais inspiradoras e frescas bandas do género”, Partem do forró brasileiro mas daí mesclam-no com outras influências musicais como a cumbia, a milonga, o swing, o samba e o jazz latino.

Estação de São Bento recebe duelo histórico entre Afonso Henriques e o primo Afonso VII de Leão e Castela

Um dos momentos cruciais para a formação de Portugal ganha vida no átrio principal da estação de São Bento a 28 de junho. A recriação histórica, de um momento também representado no icónico painel de azulejos da estação, vai envolver dezenas de figurantes de época.

 O Recontro de Valdevez é um momento icónico da história de Portugal que teve lugar em 1141 e colocou frente-a-frente os exércitos de Afonso Henriques, futuro primeiro rei de Portugal, e os do seu primo Afonso VII de Leão e Castela.

Quase 900 anos depois, a 28 de junho, o Recontro ganha vida no átrio principal da estação de São Bento, não estivesse este momento representado nos icónicos azulejos de Jorge Colaço. Esta recriação será ainda uma bela homenagem ao artista, já que em 2018 se comemoram os 150 anos do seu nascimento, assumindo assim esta iniciativa no âmbito do programa celebrativo definido pela Infraestruturas de Portugal.

Apesar de começar na estação de São Bento, por volta das 17h, o evento alastrar-se-á pelas ruas da Baixa do Porto e contará com dezenas de figurantes medievais. Entre eles, Afonso Henriques, Afonso VII e respetivas guardas e escudeiros. A música e a dança, típicas da época, também não vão faltar.

Este evento no Porto serve de apresentação à Recriação Histórica do verdadeiro Recontro, que acontece a 7 e 8 de julho em Arcos de Valdevez. Esta é já a 3.ª edição de uma verdadeira viagem à Idade média e ao século XII com dois dias cheios de dança, música e atividades, das 15h às 00h, no recentemente reabilitado Paço de Giela.

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28 de junho, quinta-feira, pelas 9h00, no Cine Teatro João Verde

Subordinada à temática “Novos Desafios da Educação e Intervenção Psicossocioeducativa”, as II Jornadas do Vale do Minho realizam-se no dia 28 de junho, quinta-feira, pelas 9h00, no Cine Teatro João Verde. A presença é gratuita, sendo necessária a respetiva inscrição em: www.valedominho.com/jornadas2

 Trata-se de uma iniciativa educativa e pedagógica, cujo objetivo consiste em promover um espaço de análise e reflexão sobre a questão da educação pública portuguesa, adversidades e potencialidades, contemplando quatro áreas temáticas: comunidade escolar e família; professores, alunos; e sistema de educação.

As jornadas são dirigidas a professores, assistentes educativos, pais/encarregados de educação e outros agentes educativos, sendo reconhecidas pelo Centro de Formação do Vale do Minho, na modalidade de ação de curta duração, 6 horas. De acordo com o despacho nº 5741/2015, de 26 de maio, constitui uma mais-valia em termos de progressão na carreira.

A Eurocup Monção – Salvaterra organizou uma reunião transfronteiriça em que participaram as Associações Culturais e Desportivas de ambos os municípios.

Encontro que se organiza dentro das diferentes ações que estão sendo desenvolvidas na Eurocity, neste caso, a fim de promover o espírito da Eurocidade entre o tecido social e social associativo, tornando conhecidos os diferentes grupos de ações e áreas de trabalho entre eles.

Uma vez realizadas as apresentações, pequenos grupos de trabalho foram criados em busca de sinergias que levaram ao desenvolvimento e incremento de projetos comuns entre associações de mesmo alcance. A reunião teve um importante sucesso de participação com mais de 60 representantes de diferentes associações. Abriu-se com um exemplo prático e claro do que significa colaboração e cooperação, neste caso no campo da música tradicional, entre dois professores de canto, Esperanza e Rocío, um outro espanhol, que através da sua voz e da mesma música tradicional em ambos Edge, a saia da Carolina, mas com uma interpretação diferente, eles nos mostraram a nossa grande riqueza como irmãos, mas acima de tudo, o modelo de cooperação que queremos alcançar.

PAREDES DE COURA

A associação A Cividade, de Paredes de Coura, vai voltar a festejar o Solstício de Verão no castro/cividade de Cossourado/Linhares. Será no próximo sábado, dia 23, a partir das 19h e até às 8h do dia seguinte.

A organização garante um programa como música, teatro, jogos e gastronomia.

Conforme refere nas redes sociais, o Solstício de Verão é uma festa celebrada todos os anos no sábado mais próximo do dia do solstício, no Povoado Fortificado de Cossourado. Pretende-se dar vida ao povoado da idade do ferro, recriando-se tempos idos. Ao fim da tarde o cenário está pronto para começar a receber os convivas, com música celta, rituais ao pôr-do-sol, queimada à meia-noite… e petiscos e bebidas que combinam saborosamente com aquele ambiente natural. E a festa continua enquanto houver convivas … até ao nascer de um novo dia!

Entrada  gratuita. Só paga o que se consumir (comida ou bebida).

 EM MONÇÃO

Já em Monção, também com entrada gratuita, o Solstício de Verão é mesmo assinalado hoje, a partir das 21h30, numa iniciativa do grupo Tuka Tuka e com criação de Celine Gonçalves. O cenário, neste caso, é urbano, a Praça Deuladeu, em pleno centro da vila.

Do programa consta a atuação dos grupos de teatro amador Tuka Tuka e mini Tuka Tuka (infantil), do grupo musical Sons do Gadanha (Moreira) e os bombos Fim do Silêncio (Mazedo).