Estatuto Editorial

VALE MAIS é o meio de comunicação informativo do Alto minho (Viana do Castelo, Ponte de Lima, Arcos de Valdevez, Monção, Caminha, Valença, Ponte da Barca, Vila Nova de Cerveira, Paredes de Coura e Melgaço), em Portugal, e do Baixo Miño, na Galiza.

Pretende criar um envolvimento  de todas as povoações destas regiões nas vertentes económicas, sociais e culturais.

É um jornal bimestral, de informação, orientado por critérios de rigor e criatividade editorial, sem qualquer dependência de ordem ideológica, política e económica.

É, também, uma página de Internet onde pode encontrar a informação noticiosa, mais relevante, do Alto Minho. Com várias atualizações diárias é uma ferramenta ao alcance de todo e qualquer cidadão que pretenda estar informado sobre o que se passa nesta região.

É um espaço que abrange uma variedade de serviço, reportagens, entrevistas, notícias, estudos, ensaios, crónicas e artigos especializados dos mais diversos setores de atividade. É a sua missão sensibilizar e compreender a sociedade do território que serve, porque todos os concelhos do Alto Minho partilham idênticos interesses e o mesmo espaço socioeconómico.

VALE MAIS insere-se no âmbito de um jornalismo exigente e de qualidade, recusando o sensacionalismo e a exploração mercantil da matéria informativa, apostando numa informação diversificada, abrangendo os mais variados campos de atividade e correspondendo às motivações e interesses de um público plural.

Nesse sentido, as nossas possibilidades técnicas de informação implicam um jornalismo eficaz, atrativo, e imaginativo na sua permanente comunicação com os leitores.

Desta forma, pretende lutar pelo desenvolvimento da região. Sensibilizar as pessoas e dotá-las desta mentalidade, aberta e empreendedora, é uma das missões. Nesta perspetiva, contribui para a promoção e divulgação de produtos e serviços da região, com uma aposta em direção ao desenvolvimento sustentado.

VALE MAIS é responsável apenas perante os leitores, numa relação rigorosa e transparente, independentemente de poderes particulares e autónoma do poder político.

Reconhece como seu único limite o espaço privado dos cidadãos e tem como limiar de existência a sua credibilidade pública.

Por fim, considera que a existência de uma opinião pública informada, ativa e interveniente é condição fundamental da democracia e da dinâmica de uma sociedade aberta, que não fixa fronteiras regionais, nacionais e culturais aos movimentos de comunicação e opinião.