PONTE DO MOURO MEDIEVAL – RECRIAÇÃO HISTÓRICA DO ENCONTRO DE D. JOÃO I E O DUQUE DE LENCASTRE, EM 1386

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Pelo terceiro ano consecutivo, realiza-se este fim de semanam dias 10, 11 e 12 de agosto, em Ponte do Mouro, Barbeita/Ceivães, a Recriação Histórica do Encontro entre D. João l e o Duque de Lencastre, em 1386. Denominada “Ponte do Mouro Medieval”, a iniciativa, organizada pela Associação “Buraca da Moura”, com apoio do Município de Monção, consta de um conjunto de atividades alusivas à época medieval.

 Em Ponte do Mouro, estabeleceram-se as condições de cooperação militar entre os dois países, acertando-se os pormenores do casamento entre o Rei D. João I e Dona Filipa de Lencastre, filha do Duque. Os visitantes poderão apreciar e viver todo o contexto histórico da época, participando nas animações/recriações e degustando sabores medievais.

 Nestes três dias, Ponte do Mouro, lugar das freguesias de Barbeita e Ceivães, recebe várias recriações medievais alusivas àquele período histórico: música e danças da época, torneios, animadores de rua, espetáculos de fogo, falcoaria, cânticos à capela, demonstrações de ofícios e mercado medieval.

 Do programa, diverso, apelativo e fiel à época, destaca-se, no domingo à tarde, o encontro do Rei D. João I com o Duque de Lencastre, onde definiram a parceria militar e os pormenores do casamento. Referência ainda para a novidade deste ano: realização de dois banquetes medievais.

 Um na sexta-feira e outro no sábado. Preço por pessoa é 30,00 €. Pack familiar (casal com 1 filho, menor de 16 anos) é 80,00 €. Pack familiar (casal com 2 filhos, menores de 16 anos) é 100,00 €. Valores englobam empréstimo de trajes à época. A presença deve ser confirmada, até ao dia 6 de agosto, para pontedomouromedieval@gmail.com, apresentando o comprovativo de pagamento.

 A abertura oficial realiza-se no dia 10 de agosto, sexta-feira, pelas 17h00, contando com a presença do Doutor António de Matos Reis, académico especialista da época medieval. Além da recriação de um momento relevante para Monção e para Portugal, este “regresso ao passado” é uma verdadeira lição de história.

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