Primeiro-ministro no lançamento da empreitada de ligação de Paredes de Coura (Formariz) à A3

Com a presença do primeiro-ministro, António Costa, foi hoje lançada a empreitada de ligação do parque empresarial de Formariz (Paredes de Coura) ao nó da autoestrada A3, em Sapardos. Uma variante para uma ligação rápida, com uma extensão de 8, 8 quilómetros e que tem um custo estimado de 9, 5 milhões de euros, uma verba vinda diretamente do orçamento de Estado.

Se tudo correr bem, as obras deverão iniciar-se em março próximo, devendo demorar 540 dias. Compreenderão quatro rotundas, um entroncamento, uma ponte e dois pontões. As vias terão 3, 5 metros de largura e 1, 5 de bermas. Haverá, também, zonas de “vias para lentos”.

Além do primeiro-ministro e do edil de Paredes de Coura, Vítor Paulo Pereira, marcaram presença, entre outros, o ministro das do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques; o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, um courense; o presidente das Infraestruturas de Portugal, António Laranjo; e os presidentes das câmaras de Melgaço, Valença, Ponte de Lima e Vila Nova de Cerveira.

A sessão do anúncio do lançamento da obra aconteceu numa sessão numa das unidades industriais do parque empresarial de Formariz, a fábrica da kyaia, cujo presidente, Fortunato Frederico, aludiu à importância das infraestruturas para o desenvolvimento das empresas e aos tempos iniciais da sua empresa. Lembrou as dificuldades que tiveram de ser enfrentadas, enaltecendo o apoio dos governantes, nomeadamente dos eleitos locais, mas destacando, também, a dedicação, ao longo dos anos, dos seus trabalhadores.

Depois de António Laranjo, presidente das Infraestruturas de Portugal (IP), apresentar alguns pormenores da obra, o edil courense deu conta do seu entusiasmo e da sua equipa em prol de Paredes de Coura. Citou Cesariny (“ama como a estrada começa”) e dos cumprimentos a Costa para lhe dizer “António, não te esqueças dos pobres”.

Com efeito, Vítor Paulo Pereira, é incontestável, não descansou enquanto não conseguiu esta obra, como não deixa de trabalhar com os empresário, sem esquecer os trabalhadores, sempre que vê perspetivas de investirem no seu concelho, como foi confirmado. E não deixa que isso passe despercebido, de tal forma que o parque empresarial “no meio do monte” já hoje representa 1 400 postos de trabalho, em 35 empresas, com um volume de negócios de 198 milhões de euros e 151 milhões de exportação.

O ministro Pedro Marques qualificou-o mesmo de um “autarca singular” e do dinamismo e interesse para que as questões se agilizem a não fiquem perdidas nas gavetas ou em burocracias, um facto pelo qual  já é conhecido no meio empresarial.

Por sua vez, António Costa mostrou-se convicto de que, com o lançamento da empreitada, Vítor Paulo Pereira o “deixe em paz” por uns tempos, nomeadamente com mensagens. Aliás, sugeriu, será ele (António Costa) que lhe passará a enviar mensagens para saber como estará o setor empresarial no concelho e do alento que o autarca lhe poderá dar. Apontou, também, Paredes de Coura como exemplo na taxa de desemprego, de apenas 5% (a nível nacional, é de 6, 8%). Antes, sublinhou também a cooperação que existe entre os autarcas da comunidade intermunicipal CIM Alto Minho.

 

O empresário Fortunato Frederico em conversa com o primeiro-ministro, num diálogo testemunhado por ministros e autarcas

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           O primeiro-ministro foi pródigo nos elogios a Paredes de Coura e ao edil Vítor Pereira

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Vítor Paulo Pereira era um autarca satisfeito, mas com vontade de 'continuar a pedar'

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