Viana do Castelo integra Associação Portuguesa de Cidades e Vilas Cerâmicas

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O município de Viana do Castelo integra o grupo fundador da Associação Portuguesa de Cidades e Vilas Cerâmicas (AptCC), que será formalmente constituído a 17 de abril, contando com 14 autarquias. Os representantes das cidades cerâmicas europeias de Itália, França, Espanha, Roménia, Alemanha, Polónia e República Checa reúnem-se em Mafra nos próximos dias 16 e 17 de abril, associando-se à cerimónia de constituição da congénere portuguesa.

As autarquias fundadoras organizam-se com o objetivo de promover e preservar a cerâmica portuguesa, permitindo assim a Portugal ter assento no Agrupamento Europeu de Cidades Cerâmicas (AeuCC), uma estrutura criada em 2014 com peso institucional junto da Comissão e do Parlamento Europeu e que está a preparar e a desenvolver outros projetos culturais e económicos, patrocinados por várias organizações internacionais, incluindo a UNESCO.

O grupo de arranque da Associação Portuguesa de Cidades e Vilas Cerâmicas conta com Viana do Castelo e com Alcobaça, Aveiro, Barcelos, Batalha, Caldas da Rainha, Ílhavo, Mafra, Montemor-o-Novo, Redondo, Reguengos de Monsaraz, Tondela, Viana do Alentejo e Vila Nova de Poiares, tendo a sede sido instalada nas Caldas da Rainha e estando consensualmente definido que, neste primeiro mandato, a presidência da associação é assumida por Mafra.

A associação pretende a defesa, valorização e divulgação do património cultural e histórico cerâmico, o intercâmbio de experiências entre os associados, nomeadamente ao nível da conservação do património, a promoção da criação artística e a difusão da cerâmica tradicional e contemporânea, o incentivo de relações de cooperação, para além de intercâmbios com outras cidades cerâmicas a nível nacional e internacional e o incremento de programas de formação, tanto de carácter produtivo como cultural, garantindo a continuidade do sector nas áreas municipais aderentes. É objetivo também da associação promover a consciencialização de empresários e das comunidades locais para a importância histórica e patrimonial da cerâmica, seja na vertente artesanal como industrial, bem como evidenciar o potencial da sustentabilidade económica e social das cidades e vilas associadas a partir da cerâmica, que passa pela manutenção da tradição aliada à inovação.

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