A CRIANÇA :: Pedagogia Viva

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A CRIANÇA :: Pedagogia Viva

Ellen Key e Maria Montessori, duas das maiores pedagogas do século XX, defendiam que este era “o século da criança”.

Na verdade, a sociedade contemporânea reconheceu a criança como uma pessoa e procura descobrir, cada vez com mais entusiasmo, nas ciências biológicas, psicológicas e sociológicas, o manancial inesgotável desse mundo maravilhoso que brota da natureza infantil.

Foi no século passado, mais precisamente em 20 de Novembro de 1959 (cerca de seis décadas depois das duas pedagogas atrás referidas o terem feito), que a Assembleia Geral das Nações Unidas adoptou a Declaração dos Direitos da Criança.

Este reconhecer de direitos é a parte que faltava no movimento global da libertação humana.

A exploração das crianças tende, pelo plenos teoricamente, a desaparecer, deixando para trás os dias negros do advento da industrialização.

É claro que muito há ainda para fazer, pois em muitas partes do Globo não se considera ainda a criança de maneira suficientemente digna e humana.

Os autores da Declaração dos Direitos da Criança sentiram, por isso, a necessidade de afirmar que “A criança deve ser protegida contra toda e qualquer forma de negligência, de crueldade e de exploração. (…). A criança não deve ser admitida num emprego antes de ter atingido a idade mínima apropriada; não deve, em caso algum, ser forçada ou autorizada a ter uma ocupação ou um emprego que prejudique a sua saúde ou a sua educação ou que entrave o seu desenvolvimento físico, mental ou moral”. Acrescentam ainda que esta Declaração é proclamada “para que (a criança) tenha uma infância feliz e beneficie tanto no seu próprio interesse como no da sociedade, dos direitos e liberdades que aí são enunciados”. Convidam ainda “os pais, os homens e as mulheres, a título individual, bem como as organizações de beneficência, as autoridades locais e os governos nacionais a reconhecerem estes direitos e a esforçarem-se para assegurar o respeito que lhes são devidos por meio de medidas legislativas e outras adoptadas progressivamente”.

Termina-se este espaço com as palavras de Alan Doan: “To be a child / is to know the funo d living / To have a child / is to know the beauty of life” (Ser criança / é conhecer a alegria de viver / Ter uma criança / é conhecer a beleza da vida).

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