ABERTO CONCURSO PARA O CARTAZ DA ROMARIA D’AGONIA

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A beleza da Mulher de Viana com o traje à Vianesa é o primeiro de quatro desafios lançados pelo concurso para a concepção do cartaz oficial da Romaria d’Agonia de 2017, que se realiza entre 17 e 20 de agosto, em Viana do Castelo.

O traje à Vianesa é o primeiro do país a obter certificação e vai marcar, este ano, os “vários momentos” dos quatro dias de festa, afirma a presidente da Vianafestas, entidade responsável pela organização da Romaria d’Agonia, Maria José Guerreiro.

A principal montra do traje à Vianesa será o “Desfile da Mordomia”, que anualmente se realiza na sexta-feira das festas, reunindo mais de 500 mulheres devidamente trajadas que desfilam pelas principais ruas da cidade.

O concurso para a concepção do cartaz de 2017 já está aberto e o regulamento e a ficha de inscrição estão disponíveis no site da Vianafestas, em www.vianafestas.com

O concurso, que decorre até 30 de abril, deve realçar “a beleza da Mulher de Viana, ostentando o traje à vianesa”, o “espírito” da festa, “cuja antiguidade nos leva à primeira década do século XX”, ainda “a alegria e a vida” que a caracterizam bem como a Imagem da Capela da Senhora d’Agonia ou da Santa.

Os concorrentes, nacionais e estrangeiros, podem participar individualmente ou em equipas, com duas propostas “inéditas e originais da autoria do candidato”, que se destinam apenas para as festas.

O regulamento define ainda que “as propostas de cartaz pertencem à VianaFestas até à publicação das mesmas na exposição dedicada ao efeito”, pelo que os autores não podem, até essa data, divulgá-los através de qualquer meio.

Nos critérios de avaliação, o júri, composto por sete representantes de entidades de Viana do Castelo, vai premiar a “adequação a eficácia da mensagem ao tema do concurso, a originalidade e criatividade, a qualidade técnica e estética”.

O vencedor receberá um prémio pecuniário no valor de 500 euros.

Desde 2010 que o cartaz oficial da romaria d’ Agonia é escolhido através de concurso e em 2016, pela primeira vez, a autoria ultrapassou as fronteiras portuguesas.

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