“Angola 1972-1973 – As espadas e a política” – Um livro inédito de Carlos Branco Morais

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“Angola 1972-1973 – As espadas e a política” – Um livro inédito de Carlos Branco Morais

Tem o título“Angola 1972-1973 – As Espadas e a Política”, é da autoria de Carlos Branco Morais e foi oficialmente apresentado ao público no passado sábado, dia 18 de janeiro, no auditório da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo.

O auditório acabaria por se apresentar exíguo para receber todo o público que quis marcar presença na sessão de lançamento desta obra inédita, mas também para estar presente no reaparecimento público de uma figura que durante décadas marcou a vida cultural, política e educativa do Alto Minho: Carlos Branco Morais.

Na sessão de apresentação da obra estiveram presentes representantes das diversas autoridades oficiais, civis e militares, bem como das entidades patrocinadoras do livro, nomeadamente a Fundação Caixa Agrícola do Noroeste (FCAN).

“Angola 1972-1973 – As espadas e a política” – Um livro inédito de Carlos Branco Morais

Publicado pela editora LUMAR, a sua apresentação ao público foi da responsabilidade do representante do Centro de Estudos Regionais, do diretor da Biblioteca Municipal, do representante da FCAN e, ainda, de um cidadão português de origem angolana que, com a sua intervenção, colocou “Angola 1972-1973 – As Espadas e a Política” na rota dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), como uma obra a ler e a estudar.

Na sua esperada comunicação, o autor refere que o livro é dedicado a todos quantos, europeus ou africanos, participaram com dignidade e ética, tanto de um lado como do outro, nas Guerras de Portugal em África.

 “Angola 1972-1973 – As Espadas e a Política” tem a particularidade de ser redigida por um autor que esteve inserido na sociedade civil angolana desde 1970, como docente do ensino secundário e, depois, a partir de 1972, como oficial miliciano do exército português, tendo vivido a guerra colonial por dentro, até ao seu regresso à velha “metrópole”, no verão de 1975.

Nesta obra, com 360 páginas, ressalta o rigor como os factos históricos chegam até ao leitor, a beleza estética da estrutura da narrativa e a aplicação do método científico ao tema tratado.

Com uma tiragem de 1000 exemplares, Carlos Branco Morais informou que, a partir da segunda metade do ano de 2020, serão impressas mais edições para distribuição pelos PALOP, territórios onde o livro também será apresentado.

“Angola 1972-1973 – As espadas e a política” – Um livro inédito de Carlos Branco Morais

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