Dos Suicidados – O Vício de Humilhar a Imortalidade

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Dos Suicidados – O vício de humilhar a imortalidade
© Vítor Ferreira

Dias 26 e 27 de setembro, às 21h30, no Teatro Municipal Sá de Miranda, em Viana do Castelo, será apresentado o espetáculo “Dos Suicidados – O vício de humilhar a imortalidade”, com interpretação de Francisco Pinho e André Araújo e Direção, Coreografia, Dramaturgia e Formação de Hugo Calhim Cristovão & Joana von Mayer Trindade – Nuisis Zobop.

Em ‘Sodoma Divinizada’ e ‘Liberdade Transcendente’ o autor contrapõe à metafísica da Saudade a ‘Vertigem’, o ‘manifestar-se puro, berrante, evidente, bestial’, enquanto força motriz de uma Apolytrosis, estética e vital.

Dos Suicidados – O vício de humilhar a imortalidade

Apolytrosis, do grego, significa redenção ou resgate, enquanto Redimer, o termo latino, significa, literalmente,comprar de volta, e dá origem a Redemptio: o efeito de redimir ou, ainda, o ato de libertação, de reparo, salvação.

Toma-se a sua estética do abjeto divinizado, em que a Queda já não o é, transfigurando-se em Vertigem, presente, sem primeiro passado, sem último futuro.

Dois intérpretes manifestam esse movimento «puro, berrante, evidente, bestial», uma «Apolytrosis», palavra que, na origem grega, significa redenção, ou resgate. O que nesta peça se redime é um grito antes do chão, que experimenta os conceitos de blasfémia, escatologia, pecado, morte e revelação.

Adicione-se Genet, Artaud e Sade como inspiradores para uma dança que é o exorcismo destes sintomas e reflexões.

Duração prevista: 1h15

Dos Suicidados – O vício de humilhar a imortalidade

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