Fundação da Bienal propõe reflexão sobre a performance

V. N. CERVEIRA

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7 de abril (sábado), 16h00, Fórum Cultural de Cerveira

A Fundação Bienal de Arte de Cerveira dá destaque, em abril e maio, à temática da performance em Portugal, propondo a reflexão com o ciclo de debates “Arqueologia da performance em Portugal: escavação, história, memória e arquivo”. Verónica Metello, Manoel Barbosa, Vânia Rovisco e Hélia Marçal são os oradores convidados.

A iniciativa surge no âmbito da exposição “É tudo uma questão de performatividade” que inaugura amanhã, 7 de abril, às 16h00, no Fórum Cultural de Cerveira e apresenta 19 artistas deste género artístico. No decorrer do evento arrancará a primeira sessão do ciclo de debates com a convidada Verónica Metello, investigadora e comissária de exposições.

No sábado 14 de abril, às 16h00, está agendada a conversa com Manoel Barbosa, um dos percursores da performance instalação e vídeo art em Portugal e Vânia Rovisco, artista visual performativa e autora do projeto “Reacting to Time – portugueses na performance”, que lida com o arquivo e transmissão de obras a partir de finais dos anos 60.

O ciclo de debates terminará a 12 de maio com a participação da investigadora e doutoranda na Universidade Nova de Lisboa, Hélia Marçal.

A iniciativa integra a candidatura “Bienal Internacional de Arte de Cerveira: 40 anos que projetam o futuro”, que conta com o apoio da República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes.

 Artistas representados na exposição: Albuquerque Mendes, António Barros, António Olaio, Beatriz Albuquerque, Ção Pestana, Carlos Nogueira, Gerardo Burmester, Colectivo Artitude:01, Coletivo Renaissance 2001, Elisabete Mileu, Gracinda Candeias, Ilya Noe, Inês Norton, Manoel Barbosa, Silvestre Pestana, Tales Frey, Vera Goulart, Vera Martins e Vitor Rua

 

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