Instalações da ‘Águas do Alto Minho’ de Caminha vandalizadas

0
DR_Facebook

Caminha acordou esta manhã com as instalações da empresa Águas do Alto Minho (AdAM), vandalizadas. O local que serve de sede neste concelho foi alvo de pinturas e frases insultuosas, relacionadas com os preços praticados pela empresa.

Isto decorre numa altura em que são inúmeros os relatos de insatisfação em relação às facturas enviadas para os consumidores.

Recorde-se que, desde que foi criada, a empresa tem sido inundada de criticas. Existe já uma petição pública online que a apelar ao fim da empresa intermunicipal Águas do Alto Minho. Esta situação surgiu numa altura em que há inúmeros relatos de pessoas cuja fatura aumentou 50 ou até mesmo 100%, mas há casos em que os consumidores passaram a pagar três, quatro ou até sete vezes mais.

Ontem, também o PCP pediu hoje aos consumidores do distrito de Viana do Castelo depoimentos do impacto da entrada em funcionamento da Águas do Alto Minho (AdAM) para “levar o mais longe possível” os “resultados desastrosos” daquela empresa.

A AdAM é detida em 51% pela Águas de Portugal (AdP) e em 49% por sete municípios do distrito de Viana do Castelo (Arcos de Valdevez, Caminha, Paredes de Coura, Ponte de Lima, Valença, Viana do Castelo e Vila Nova de Cerveira), que compõem a Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho.

Três concelhos do distrito – Ponte da Barca, Monção e Melgaço – reprovaram a constituição daquela parceria.

A nova empresa começou a operar em janeiro, “dimensionada para fornecer mais de nove milhões de metros cúbicos de água potável, por ano, a cerca de 100 mil clientes e para recolher e tratar mais de seis milhões de metros cúbicos de água residual, por ano, a cerca de 70 mil clientes”.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here