O futuro dos jovens é hoje

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Diz-se que o futuro pertence aos nossos jovens, transmitindo que é esta faixa etária que vai viver, de forma mais intensa, as consequências do presente, dos acontecimentos e da evolução que se vão verificando na sociedade.

Por um lado, não poucas vezes ouvimos os nossos líderes, nas mais diversas áreas, como a política, o meio associativo, desportivo, social ou cultural, dirigirem-se aos seus afirmando que a sua ação individual e coletiva é em prol de todo e todos, mas em especial para os jovens, dizendo que nós, os jovens, somos quem mais os preocupa e quem mais beneficiar das suas decisões, no futuro.

Por outro lado, os jovens de hoje, pelas ferramentas, recursos disponíveis e pelas dinâmicas criativas e inteligentes que os caracterizam, são dos mais capacitados e qualificados que Portugal, incluindo o Alto Minho, alguma vez já possuiu. A comprovar tal facto, estão as provas e resultados que todos temos vindo a conhecer, alcançados por jovens. Para cotar alguns, basta recordar o, cada vez maior, número de resultados desportivos de destaque a nível nacional e internacional, os prémios e descobertas científicas (na saúde e bem-estar, na engenharia, arquitetura, etc.), no meio académico e escolar, com desempenhos notáveis dos nossos estudantes, na ação social (atente-se aos projetos de voluntariado e de apoio social), na cultura ou no meio empresarial, com ideias e negócios inovadores que geram riqueza e postos de trabalho.

Isto faz “avançar” a sociedade, contribuindo decisivamente para o desenvolvimento social, económico e cultural do nosso país e região.

Mas, (…) Será que são os jovens o alvo das preocupações e decisões?

… Será que as ações concretas validam a narrativa das “forças vivas” nacionais, regionais e locais?

… Será que é dado o crédito e mérito devido aos que, independentemente da sua idade, mostram o potencial e resultados?

Serão estas questões o alvo da reflexão que aqui vou procurar fazer, à “luz” da perspetiva de quem é um jovem a procurar viver o seu presente e futuro no Alto Minho. É fundamental contribuir para “dar Voz e Luz” às ideias, às propostas, às notícias, aos acontecimentos que reforçam a noção de que os jovens têm valor e merecem mais crédito. E este o mote do projeto ‘Radar Jovem’.

Porquê? Porque estou convicto de que hoje, sendo dadas as oportunidades e condições para mudar o discurso do “futuro” pelo “presente”, os jovens de hoje estão preparados para agarrar as oportunidades de ter um papel liderante na sociedade local, regional e nacional.

O futuro dos jovens é o presente. É hoje que temos de ser a “chave’ da solução.

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