AECT Rio Minho: Plano de Mobilidade Sustentável Transfronteiriça já está em estudo

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AECT Rio Minho: Plano de Mobilidade Sustentável Transfronteiriça já está em estudo

Foi comunicado na passada segunda-feira, em conferência de imprensa, a realização de um Plano de Mobilidade Sustentável Transfronteiriça que englobará os 26 municípios – que integram o Agrupamento Europeu de Cooperação Transfronteiriça (AECT Rio Minho) – e que pretende estar pronto em abril deste ano.

Num encontro com os jornalistas, que decorreu no edifício Área Panorâmica, em Tui, e onde estiveram presentes Uxío Benítez, Deputado de Cooperação Transfronteiriça da Deputación de Pontevedra e Diretor da AECT Rio Minho; Fernando Nogueira, Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira e Vice-diretor da AECT Rio Minho; Jorge Mendes, Presidente da Câmara Municipal de Valença; Carlos Padín, Alcalde de Tui e Luciano Alfaya, Representante de MMasa, empresa encarregue da redação do plano (PMST), foi divulgado que o estudo em questão, adjudicado à empresa MMasa por 23 mil euros pretende fazer um diagnóstico para que se possa ter uma visão mais acertada sobre este território único.

Dentro das ações que se irão realizar nos próximos meses haverá inquéritos e oficinas (uma em As Neves e outra em Valença) onde se procurará que a sociedade civil participe e contribua com ideias para este documento.

No entanto, o plano só deverá avançar a partir de junho, após as eleições autárquicas espanholas – que se realizam e 26 de maio.


AECT Rio Minho: Plano de Mobilidade Sustentável Transfronteiriça já está em estudo

O representante da empresa que vai realizar o estudo, Luciano Alfaya, revelou que o plano vai “partir da análise do atual modelo de mobilidade assente no transporte particular e vai focar-se em ações piloto que possam ser desenvolvidas a curto prazo, para melhorar a mobilidade entre as zonas fronteiriças que já tem um fluxo de mais 27 mil veículos por dia”.

Fernando Nogueira, referiu que o plano agora lançado é “uma aspiração antiga e terá que englobar toda a realidade desta zona transfronteiriça numa relação, não só em termos de lazer e turismo, mas também na vertente económica e do emprego. Este plano tem de contemplar alternativas ao automóvel” disse.

Por seu lado, Carlos Padín, referiu que o mais difícil é combater as limitações burocráticas deste processo, por que os decisores não estão cá”.

Também Jorge Mendes realçou as dificuldades administrativas deste processo e que já foram identificadas há oito anos. “Chegamos a falar com os governos dos dois países e com a União Europeia mas, entretanto, já se passaram oito anos”.

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