Pode ir à praia, apanhar sol e mergulhar no mar, mantendo as regras do distanciamento

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Praia de Moledo

Resolução do Conselho de Ministros abriu as praias desde segunda-feira. A partir do dia 6 de Junho, com o início da época balnear, aumenta a vigilância.

Sim, já se pode ir à praia, estender a toalha na areia e dar uns mergulhos. Isso está claro na resolução do Conselho de Ministros que prorroga a declaração da situação de calamidade, no âmbito da pandemia da doença covid-19, com data do dia 17 deste mês e que entrou em vigor na segunda-feira.

São permitidas “deslocações para efeitos de fruição de momentos ao ar livre, designadamente em parques, nas marginais, em calçadões, nas praias, mesmo que para banhos, ou similares”, diz a resolução.

O facto de o Governo ter marcado a abertura das praias para o próximo dia 6 de Junho (Caminha apenas o fará no dia 1 de julho) consolidou a ideia de que, até lá, não era permitido frequentar as praias. Até o Presidente da República estava convencido disso, tendo revelado que está ansioso para mergulhar no mar em Cascais e que às primeiras horas do dia 6 de Junho iria dar um mergulho.

Porém, como também explica a resolução do Conselho de Ministros, é necessário manter todas as regras de distanciamento e mantém-se em vigor o dever cívico de ficar em casa.

A diferença entre ir à praia agora ou a partir do dia 6 é que, nessa altura, as regras serão mais apertadas, a vigilância policial aumentada e os nadadores-salvadores já estarão de serviço. Será a abertura oficial da época balnear.

No dia 6 de Junho será criada uma aplicação para telemóvel com sinalética tipo semáforo que indica se a praia tem lotação esgotada (vermelho), quase cheia (amarelo) ou está disponível (verde). Essa sinalética existirá junto às praias, com bandeiras ou cartazes.

Devem ser também criados corredores de circulação de sentido único, paralelos ou perpendiculares à linha de costa.

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