Produtos de denominação de origem em debate em Ponte de Lima

0
Na foto podem ver-se, nomeadamente, Nuno Barros, Manuel Serrão, Eurico Castro Alves, José Pires da Silva, José Inácio Faria e Tito de Morais.

A proteção dos produtos de Denominação de Origem Protegida (DOP) e a segurança alimentar na União Europeia foi objeto de um encontro-debate realizado em Ponte de Lima (PL), com a presença do eurodeputado José Inácio Faria (JIF).

Em análise estiveram os produtos do Minho que, pela sua tipicidade e autenticidade, têm potencialidades para atingir o estatuto DOP e que o deputado do MPT tem colocado na agenda do Parlamento Europeu, com a colaboração dos produtores minhotos.

O encontro-debate, realizado no salão nobre do Restaurante Sabores do Lima, contou com a presença de quatro dezenas de convidados, oriundos de diferentes áreas profissionais da Região Norte.

Entre chefs, empresários, produtores, apreciadores da gastronomia e representantes das mais diversas instituições do Norte, salienta-se a presença de Manuel Serrão (empresário, colunista e comentador da TVI), Eurico Castro Alves (ex-Secretário de Estado da Saúde, ex-Presidente do Infarmed e atual Presidente do Centro Académico Clínico no Centro Hospitalar do Porto), José Pires da Silva (Cônsul de Portugal em Ourense), Nuno Barros (campeão de canoagem), José Aníbal Gomes (Presidente da Real Associação de Viana do Castelo), Fernando Barros (gestor do Intermarché de PL) e os chefs Thomas Egger (Áustria), Paulo Santos (Casa de S. Sebastião) e Vítor Lima (Folar Limiano), entre muitos outros.

Sob a “batuta” do investigador-jornalista, Adelino Tito de Morais, aos participantes foram apresentados, para apreciação e degustação, produtos DOP que se complementam no segmento da gastronomia, provenientes de empresas sediadas na região: Minho Fumeiro (enchidos artesanais de PL), Folar Limiano (pastelaria de PL), Casa da Cuca (vinhos de PL), Vila Antiga (vinhos de PL) e Quinta das Pereirinhas (vinhos de Monção).

Em apreciação esteve ainda o típico “prato de sarrabulho” produzido pelo Restaurante Sabores do Lima.

Na ocasião JIF afirmou à Vale Mais: “Uma proteção eficaz destes nomes de produtos é uma mais-valia para a segurança alimentar, um estímulo para a sua comercialização e pode também criar condições de manutenção e competitividade de atividades agrícolas que, de outra forma, apenas se poderiam manter através de subsídios”.

Adelino Silva

 

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here