Sampaio da Nóvoa e o espaço educativo

MONÇÃO

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“A Cultura e a Língua Portuguesa” foram o mote para as Jornadas do Vale do Minho que decorreram em Monção, juntando personalidades tão diversas como Moita Flores, o escritor Alberto Santos, Fernando Pinto do Amaral e o presidente da Universidade Católica, em Braga, João Duque.

Todavia, a personalidade que concentrou mais as atenções foi o Reitor Emérito da Universidade de Lisboa e candidato às eleições presidenciais, António Sampaio da Nóvoa.

Para o VALE MAIS foi um reencontro, depois de, há três anos, o termos entrevistado, como Valenciano e reitor da Universidade de Lisboa.

Homem da cultura e, agora, da política, que sublinha que as presidenciais não podem ser nenhuma 2ª volta das legislativas de outubro próximo, Sampaio da Nóvoa sublinhou a importância da Cultura, em toda a sua dimensão e presença, através da Língua, da Política, da Educação e da Ciência.

Instado pelo VALE MAIS sobre a sua posição na questão ligada à língua portuguesa e ao novo acordo ortográfico, o académico e político “suprapartidário” acentuou a necessidade de uma ampla discussão em todo o espaço lusófono.

Acerca do modo como escreve, diz que o faz como aprendeu e se habituou, mas que, se for eleito Presidente da República, “naturalmente” escreverá no português oficial, ou seja, mediante o novo acordo.

Com os trabalhos a decorrerem na Biblioteca Municipal e no auditório da escola profissional EPRAMI, Jorge Fernandes, do Centro de Formação do Vale do Minho, que promoveu a iniciativa, acentuou que esta registou 130 inscrições porque o espaço “não comportava mais”.

Destacou, também, a colaboração da Câmara Municipal e do vereador Paulo Esteves na organização do evento que contemplou, após o encerramento dos trabalhos, um Alvarinho de Honra no Museu do Alvarinho.

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