Secretária de Estado presente na instalação do Conselho Consultivo da AECT Rio Minho

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Secretária de Estado presente na instalação do Conselho Consultivo da AECT Rio Minho

Secretária de Estado presente na instalação do Conselho Consultivo da AECT Rio Minho. Decorreu esta tarde, na biblioteca da Escola Superior de Ciências Empresariais (ESCE), em Valença, uma reunião do AECT Rio Minho com vista à instalação de um Conselho Consultivo.

Quem esteve presente neste encontro, para além de variadíssimos representantes de autarquias e entidades públicas, é a Secretária de Estado do Desenvolvimento Regional, Maria do Céu Albuquerque.

Secretária de Estado presente na instalação do Conselho Consultivo da AECT Rio Minho


Secretária de Estado presente na instalação do Conselho Consultivo da AECT Rio Minho

Na chegada à Escola Superior, a Secretária de Estado foi recebida por Uxío Benitez, director do agrupamento e Fernando Nogueira, vice-director da AECT e Presidente da Câmara de Vila Nova de Cerveira, e aproveitou a ocasião para expressar o seu agrado pela constituição desta associação que ” potencia um recurso endógeno, como o Rio Minho, com uma estratégia de crescimento mútuo. Por isso, o governo aceitou o convite para estar aqui presente, consciente que o caminho é este. Estas estratégias ajudam a ultrapassar barreiras que ainda subsistem”. “A Europa criou um mecanismo de financiamento de projectos transfronteiriços consciente de que 1/3 das populações da Europa está em regiões de fronteira e essas regiões são locais de oportunidades” asseverou Maria do Céu Albuquerque.

Por seu lado, Uxío Benitez, garantiu que este instrumento, constituído para que haja uma grande cooperação entre os dois lados da fronteira, já é uma realidade, e neste momento, já se estão a impulsionar grandes projectos para esta região”.

Esses projectos estão a ser desenvolvidos sem que saiba quais as áreas que a União Europeia vai financiar.

O director da AECT finalizou, dizendo, “que este acto é muito importante porque se está a instalar um órgão de assessoramento ao agrupamento que foi constituído pelo facto de existirem inúmeras instituições e associações que tomam decisões, diariamente, tendo em conta apenas a sua visão sectorial o que dificulta que haja um projecto estável, e de futuro. Com este Conselho poderemos ter outra visão e tomar as decisões mais adequadas”.

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